sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Alguns discos
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Análise do clipe do Funk "MC GRINGO - MONSTRO DJ"
(Ai, gringo!)Monstro DJ(x4)
"Azul e verde, a mulherada se perdecom monstro dj eu já fecheiele toca miami bass monstro dj é muito crazyno funk ele se amarroucom o brasil ele fechouEu fechei com monstro dj!(x4)"
funk funk funk funk funk funk funk funk funk
Na mixagem perfeita, tamborzão ele aceitaEu fechei com monstro dj!(x4)
"Que que tu gosta de comer, monstro DJ?Que que tu gosta de comer?Ga-ga-ga-ga-gata da horaGata da horaNham nham nham nham nham nham, quero comer(x2)"
"(sirenes)Eu fechei!"
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A Hesitação
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Baú
terça-feira, 26 de julho de 2011
Voltei.

sábado, 30 de abril de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Textos rápidos
Outro dia veio um pessoal aqui em casa. Estavamos em um bloco mais ou menos perto daqui. Alguns estavam mais ou menos altos, fizeram algumas besteirinhas no ônibus, vindo pra minha casa, faz parte do carnaval. Chegamos, levei o som que uso no meu computador pra sala, com o passar do tempo conseguimos botar alguns mp3 para tocar. Alguns ficaram jogando SSBM, também. O problema é que um dos controles é uma bosta, deve ter uns 10 anos já. Fica meio injusto, infelizmente.
Conseguiram achar uns vinhos que eu nem lembrava que tinham aqui, e um tempo depois um cara teve a idéia genial de tomar vinho naquelas conchas. Nada de outro mundo.
Até que foi divertido, conversamos, tocaram violão, alguns fizeram umas pederastias etílicas, fizemos uns miojos. Um sujeito decente até ajudou com a louça. Tocou música legal. Acharam uma música bem vergonhosa no meu mp3. O ruim de quando acontece isso é que não faz diferença se você dá uma explicação razoável, sempre vai pairar uma dúvida sobre seu gosto. (Consegui botar balkan beats, pena que não conheciam nada além de Gogol Bordello).
Não que isso faça muita diferença. Festinha normal. Acho.
Como já devo postado aqui, tenho treinado rugby tem uns 2 meses. Ainda falta conhecer o esporte propriamente dito. Não assisti a muitos jogos. Estou devendo uma provinha sobre as regras pro time. Trocando em miúdos, pra quem se interessar ou tiver curiosidade, esse fim de semana vão transmitir 3 jogos do 6 Nations na TV a cabo(ESPN internacional). É um campeonato com 6 seleções da Europa, se não me engano as com mais tradição.
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Tenho tentado gravar uns vídeos e uns áudios aqui, o problema é ter tempo de editar. Conforme for boto aqui. Talvez poste algumas fotos dos jogos do meu time, mais pra frente. Se não for aqui boto no flickr que disponibilizarei mais tarde.
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Devo postar algo aqui semana que vem.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Café.
“Na verdade, é tudo uma questão de remontar os componentes na ordem correta…” – Doutor Jonathan Osterman/Dr. Manhattan - Watchmen
Naquele quebra-cabeças que chamam de cubo mágico, tudo flui como uma onda. Suave. Ele conhece aquilo, aquela coisa. O cubo pode estar de qualquer forma. Ele sabe como resolver. Perdeu a conta de quantas vezes já fez aquilo. Por algum tempo ele treinou, era seu hobbie. Ele sequer pensa nas letras, os movimentos ocorrem com um simples impulso nervoso. Ele brinca, improvissa, erra volta atrás, e finalmente termina. Embaralha e começa tudo novamente. E em seu aparelho que toca música, baixada da internet, escuta alguma canção de outro continente, não tem a menor idéia do que significa aquela letra no idioma que ele nem sabe qual é. Mas aquilo agrada a seus ouvidos.
Jonas se lembra de um vídeo de comédia dos anos 90 que viu na internet. “Welcome to Rio!” Dizia o personagem, vestido como aqueles policiais dos seriados americanos dos anos 80. Lembra-se de um livro que quase terminou de ler sobre códigos, anos atrás. Falava da Enigma dos alemães na Segunda Guerra, das palavras em Navajo usadas pelos norte-americanos. Criptografia quântica. O capítulo incompleto.
Jonas deixa seu cubo na pequena mesa. Olha para a calçada a sua frente e vê um segurança.
O segurança está lá, de pé. Posição padrão. Cara séria, como a dos guardas da Inglaterra. Aqueles homens que vestem vermelho, chapéus de pelo negro. Jonas está sentado em um café que fica a uns 20 passos de distância da sua casa. Ele foge. Foge na imaginação. Foge no cheiro do café. Foge na fumaça do cigarro, no barulho do brinquedo dos anos 80. Embaralhado. Para resolver um cubo, antes é preciso bagunçá-lo. E de repente, ele pausa.
Aprecia a rua. Sua.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Bola no campo do Amistoso e vídeo do ano passado.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Sobre Twitter
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
noite de quinta
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Considerações.
Nada de muito novo a dizer. Escrevi umas coisas, mas ainda falta terminar, revisar e tal.
Treinei Rugby ontem, com meu time. Teremos um amistoso no começo de fevereiro. Se alguém estiver interessado em treinar, conhecer o esporte; comenta, ou manda alguma coisa pro meu Twitter: @pombo_1812.
Fiz o simulado do Detran hoje. Acertei 22 questões de 30.
Ah, tô com pesquisa pra fazer, então terei menos tempo para gastar com isso aqui.
Talvez vá a praia no fim de semana. Faz bem.
Abraço pros manos,
beijos pras minas.
Até.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Mais um vídeo.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Jaqueta preta camisa verde.
Você sua, está cansado. Está sem ar. Sua sunga está apertada. Aquele apartamento te sufoca. Você não suporta mais aquele quarto, aquela sala. Aquelas lembranças. Foram mais de 10 anos morando no mesmo lugar. Chega um dia, você faz vinte anos. Duas décadas.
Perto da meia-noite, você sai de lá. Foge. Anda, rápido para o bar que fica entre duas ruas. Não sabe se vai ficar lá dentro, no bafo. Lá, sentado na linha de fogo do fraco ventilador.Ou se ficará do lado de fora, nas mesas na altura do umbigo, mais ou menos. Em cima do asfalto daquela rua com nome de mulher.
Aquele cara de jaqueta preta, e camisa verde, manchada de suco de maracujá. Esse cara pára. Olha para frente. Respira.
Ele olha para os borrões. Sombras no nevoeiro. Sombras produzidas pelos seus olhos imperfeitos. O som de várias conversas simultâneas. Conversas de bar. Ele olha e vê um carro, seguindo o fluxo da rua. Rio de asfalto. O motor. O barulho dos pneus deslizando na rua mal recapeada.
O movimento agitado dos pensamentos. Viagens intergaláticas-mentais-espirituais. A tensão em seu corpo. Este, está cansado.
Ele quer uma mulher.
Ele quer uma vida comum.
Ele quer não querer uma vida comum.
Cansou. Então pára, escuta e inspira o ar poluído pela malandragem, urina, queimas imperfeitas, suor, sangue, lágrimas e peidos.
Você desliza o cigarro entre três dedos. Trouxe apenas um para que seu maço não acabe tão cedo. Você pensa: "Devo ou não devo?".
Certamente você quer. A fumaça, a sensação, a fuga. O Ritual.
Somos como os socialistas nos EUA na época do macarthismo.
Bruxas dos anos 10.
E você simplesmente não consegue ficar sentado por 5 minutos.
Lembra de uma cena de um programa que assistiu pela internet. Sobre um sujeito parecido com ele. Satou Tatsuhiro.
Uma noite.
Após ele descer do coletivo, comprar seu bilhete. Andar algumas estações dentro de um trem subterrâneo, ouvindo sua música gravada; sai do trem.
Olha para a direita. Olha para a esquerda. Lê as placas. Já não tem tanta pressa. Está tocando uma música que ele gosta, em seus ouvidos. Ele conhece aquele lugar. Aqueles trens. Já passou por baixo daquela cidade costeira, várias vezes. Para um rapaz de sua parte da cidade, pode-se dizer que ele conhece bem outras regiões.
Voltamos à estação. Ele caminha para a direita. Uma placa indica o local para o qual ele teoricamente deveria ir. Sobe as escadas, vira para a esquerda, caminha dentro do túnel da estação. Sobe as outras escadas. Opta por não usar as rolantes.
Ao chegar lá em cima. Ele vê aquela enganação. Um ônibus que chamam de metrô. Ele trota um pouquinho, está mais ou menos atrasado. (Acontece que Durango, esse jovem, combinara mais cedo, tanto com a cigana, quanto com outros dois amigos, de irem a esse show. Durango sente saudades.) Ao subir no ônibus da empresa do metrô, ele apresenta seu cartão azul e passa na catraca. E olha para ver as opções. Chega a conclusão de que ou se senta no fundo do ônibus, ou ao lado de uma moça possessiva de banco de ônibus. Pede licensa e passa com sua mochila.
Ele esqueceu que a mochila estava um pouco suja de areia da praia. Ele tem esquecido várias coisas. Durango abre sua mochila, pega seu caderno e começa a desenhar. Ele não é bom. É apenas um hobbie, algo para passar o tempo. Uma menina rasoávelmente bonita está a seu lado. Com efeito, ele é tímido. Sempre foi. Se não o foi, se tornou assim. Quando está com seus amigos fala normalmente.
Ele chega no prédio de um de seus amigos, era mais perto do local do show. Quando ele interfona seu amigo, Mr. Blue, abre a porta do elevador e surge. Comprimentam-se. Durango lembra Mr. Blue que trouxe-lhe uma cerveja de aniversário. Importada. Uma cerveja que tem nome de mulher. Garrafa verde. Durango gosta dela. Eles sobem guardam a cerveja e o pós-adolescente que veio de ônibus deixa sua mochila na cozinha do amigo. Pega seu tocador de mp3 para levar. O único que não levou foi seu bloco de notas.
Eles chegam lá, falam sobre inúmeros assuntos no caminho. Durango tem outros amigos da escola, da universidade, esportes, essas coisas. Mas poucos têm tanto em comum quanto Mr. Blue e alguns outros. Se conhecem não a tanto tempo assim, mas passaram por muitas experiências juntos.
E na porta do Salloon está a Cigana. Ela reconhece durango e grita seu apelido. Eles dois entram com desconto. Ela abraça o cara de quase 90kg. Magra. Está bem animada, digamos. Ela lhe apresenta uns 5 sujeitos. Durango comenta que ela só lhe apresenta homens. O outro amigo que convidara acabou não indo ao show.
Ele sentia falta de falar com sua amiga. Falara com ela dias antes por skype. Quando foi ao bar onde tocou a banda, com Mr. Blue, ela estava animada como de costume. Com alguns novos amigos, e outros velhos. Gostaria de ter conseguido conversar com sua única amiga de verdade. Mas não conseguiu. É simplesmente inviável naquele ambiente. Distrações demais. Música que lhe agrada demais.
Durante o intervalo do show Durango sai, conversa com dois sujeitos que a cigana lhe apresentou. Eles freqüentam um blog que não agrada a nosso pseudo-protagonista. Mr. Blue se une à conversa. Concorda com nosso "herói". O problema com o blog que os outros dois sujeitos freqüentam é que eles roubam conteúdo que não é assinado por ninguém e botam uma marca com seu logo ou seu endereço virtual. Em boa gíria , eles Kibam.
Ridículo.
Voltando àquela piada que estava contando. Ele foi ao bar, ouviu música boa mas não conseguiu conversar com sua amiga. Falou com uma menina mais jovem, no segundo andar. Onde o ambiente tem uma temperatura boa, e há uma mesa de sinuca. Ela tinha ido para lá com o pai. Estava com a irmã, um pouco mais bela. Ele perguntou se ela conhecia a banda de Rock dos anos 70, cujas músicas estavam sendo tocadas pela banda cover. "Ahan." Durango pergunta se ela gosta. Ela nega.
"Que tipos de música você gosta?"
"Funk, Hip-Hop, Sertanejo."
Durango desce e volta para o bar, sai, pega um pouco de ar. Com o passar do tempo e da música o show chega ao fim. Os dois amigos voltam para casa, e saem para comer um cachorro quente, caminham uma boa distância. Trocam 1 real pela comida. E voltam. Andando, novamente. A cidade está meio vazia. Os dois ficam intrigados com isso.
E às 5 da manhã eles finalmente dormem. Talking about my Generation.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Pepino, o Breve.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
miojo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
gente.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Texto de ayer ou Texto de ontem, após o jogo e o bar.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo."
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Sim, eu estou uns 10 anos atrasado.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
dois textos
Dessa casa.
De toda essa negatividade.
De todo esse medo.
De todas essas pessoas,
vivendo essa vida de aparências.
Carros mais potentes,
roupas de grife,
relógios mais luxuosos,
mulheres mais atraentes,
corpos esculturais,
gente que nunca envelhece.
Todos querem o elixir da juventude,
a pedra filosofal.
Mas quando chega a hora,
querem sentar-se no assento preferencial,
do coletivo.
Essa rejeição à velhice,
à sabedoria.
Aos verdadeiros documentos vivos
de hisrória.
A esses personagens,
dessa piada,
chamada Rio de Janeiro.
Tinhámos tudo para dar certo.
Mas não conseguimos.
Sempre fomos promessa.
Brasil o país do futuro.
essa idéia existe desde os anos 1950.
Um sujeito escreveu um livro sobre isso, na época.
Com esse título.
Ele se matou.
Mas nada disso importa,
na verdade.
O que acontece é que não sou feliz.
Talvez não o tenha sido tem anos.
Não sei mais quem sou.
Se me chamo Luis,
se me chamo Pombo,
Se me chamo timóteo,
se me chamo Stereo Clock.
Nesse mundo virtual,
a interwebs,
podes ser ninguém,
ou qualquer pessoa,
ou você mesmo.
Acontece,
que quando se é ninguém,
ou qualquer um,
você tem liberdade de dizer o que quiser,
fazer o que quiser.
Ou quase tudo.
Desde que não seja pego.
Cresci com essas máquinas,
esses bits e bytes.
Conheci esse oceano virtual,
joguei,
conheci música,
filmes,
esportes,
pessoas.
Conheci pessoas interessantíssimas.
Dizem que a internet, e as telecomunicações encurtam distâncias.
No entanto,
algumas semanas atrás,
estava numa ilha do caribe.
Em minha outra pátria.
Lá conheci pessoas bacanas.
Conheci uma menina,
que tinha quase a minha idade,
ela estudava medicina,
viajou para a ilha,
a turismo.
E ficou por lá.
Por um acaso absurdo estávamos no mesmo prédio,
durante aqueles 3 dias.
Um carioca,
uma colombiana.
E nos conhecemos graças à minha insônia.
Graças aos meus rabiscos no caderno feitos no térreo.
Porlamar.
Sua prima perguntou se eu tinha fogo.
Por acaso tínhamos um isqueiro,
no apartamento emprestado.
Trouxe o isqueiro.
E fumamos narguilé.
E passei 3 noites naquele térreo.
Não tinha dinheiro local.
Não podia dirigir legalmente.
Conheci várias pessoas,
de vários lugarees,
naquele térreo.
Nas praias.
E essa menina,
uma pessoa linda,
divertida.
Naquele caos todo,
ela me dava uma paz.
E pedi seu facebook.
A adicionei.
Outro dia, estávamos nos sofás do terreo.
Lá tinha wi-fi.
Trocamos MSN.
E estávamos lado a lado,
no sofá de almofadas verdes.
E ela queria falar comigo,
Através dessas máquinas,
com teclado,
ventiladores,
telas
câmeras.
Por que?
Seria medo?
Seria mais seguro?
Coño.
Mas foi uma experiência interessante.
Conheci praias bonitas,
caminhei,
nadei,
terminei o livro que estava lendo,
comprei um novo.
Jantei dois dias seguidos num restaurante que gosto.
Um restaurante que só existe na Barra, aqui no Rio.
Lá os prédios não tinham números.
Os taxistas passavam do prédio, e tinham que cobrar mais.
Foi a viagem mais mal planejada que já fiz.
O carro quebrou.
Tivemos que pagar a conta de luz.
A água do apartamento deu problema.
Tínhamos que comprar comida meia-noite, em uma farmácia.
Isso é o que acontece quando se bota pessoas
emocionais no comando de algo.
Pessoas sem visão realista do mundo.
Gerontocracia.
Essa palavra é censurada na internet da República Popular da China.
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Cansei disso tudo.
Cansei da política.
Cansei das revoluções.
Me sinto como Dr. manhattan.
Como o Comediante.
É tudo um mar de lama.
Uma grande piada.
Estamos indo em direção ao abismo.
E batendo palmas para os palhaços,
bandidos,
que governam apenas para os seus
gastam nossos impostos com propaganda.
Nesse começo de ano,
tivemos a mesma tragédia que a do ano passado.
Chuvas de verão.
E os jornalistas
perguntam aos que perderam a família
como estão se sentindo.
As pessoas choram,
e fazem um close na cara da pessoa.
Então temos que fazer caridade.
Já que os que deveriam ser duros,
proteger a vida dessas pessoas,
suas casas,
suas famílias,
festejam,
e inauguram obras.
E se tornam heróis,
mitos imaculados.
Cansei
essa "república"
burocrática
chamada
Brasil.
Se estamos assim,
é porque merecemos.
Ou cometemos erros,
ou nos omitimos.
Chega.
Chega.
Chega.
Cansei de reclamar.
O império vai cair.
E meus netos talvez vivam em um país decente.
Saudações a todos,
e boa noite.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
toasters pra animar
Aí vai o link:
http://www.youtube.com/watch?v=pSo-_TavE1U
domingo, 16 de janeiro de 2011
Template novo
Ainda faltam alguns ajustes mas resolverei isso mais tarde.
É 1:17, estamos no verão no Rio de Janeiro.
E ontem saímos, como disse no post anterior.
Abraços.
Opa
sábado, 15 de janeiro de 2011
Mix de cartas
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Tipo batman
Precisam ser como o Batman"
Disse o professor.
Então eu tentei ser o Batman.
E joguei futsal melhor.
Luis Eduardo "Batistuta" cantavam.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
após o almoço.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Olhem pelo lado bom
Fanfarre for the Common men.



